“Na vida só há um modo de ser feliz. Viver para os outros.”

Léon Tolstoi

domingo, 22 de maio de 2011

Cordel da diversidade

(Luiz Monteiro/Maria do Rosário/Paulo R.Barja/Salete M.da Silva)

Fonte: Banco de imagens

Meu caro amigo leitor
De toda e qualquer idade
Agora vamos falar
Nesta oportunidade
De um tema muito importante:
Respeito à diversidade.

Em nosso imenso Brasil
Tem gente de todo jeito
Negro, branco e amarelo
Todos merecem respeito
Pois o país é de todos,
E de todos por direito.

Tenha a crença que quiser
Ou religião nenhuma
Sua profissão de fé
Não sofra crítica alguma
Praticando a tolerância
Nossa conversa se apruma.

Respeitando todo o ser
Na sua totalidade
Para viver o prazer
Segundo sua vontade
Não pode haver preconceito
Quanto à sexualidade.

Ande de carro ou a pé
More no campo ou cidade
Tenha ou não algum diploma
Não importa sua idade
Todos devem ser tratados
Na mais completa igualdade.

Fonte: http://cordeisjoseenses.blogspot.com/2010/10/cordeis-em-juazeiro-iii-diversidade.html. Acessado em 21 de maio de 2011
Fonte: Banco de Imagens


Mensagem do Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon

Em 2001, a Assembleia Geral das Nações Unidas declarou 21 de maio como o Dia Mundial para a Diversidade Cultural e para o Diálogo e o Desenvolvimento, para destacar a importância dos valores da paz e da solidariedade. Este Dia destina-se a enviar a todos aqueles que buscam semear a divisão entre os seres humanos um sinal e dizer-lhes que suas tentativas sempre encontram resistência por parte daqueles que têm fé nas forças, mais poderosas, da tolerância e da compreensão.

De muitas maneiras, a causa da harmonia global é precária. A atividade econômica global e os avanços nas comunicações ilustram o aumento da interconectividade da humanidade, ainda que barreiras, desconfiança e hostilidade persistam entre pessoas e culturas. O aumento do contato também gera medos – imaginários e reais – de perder costumes, idiomas e identidades, que nos são caros.

Um mundo de paz e solidariedade só poderá ser alcançado através do reconhecimento e da celebração de nossa diversidade. Para marcar este Dia Mundial para a Diversidade Cultural, a Aliança das Civilizações das Nações Unidas e a UNESCO, em parceria com diversos atores, desde organizações populares até grandes empresas, estão realizando uma campanha para “Fazer UMA coisa” pela diversidade e pela inclusão em 21 de maio.

A campanha pede a todas as pessoas – de jovens a tomadores de decisão, de líderes religiosos a jornalistas, empresários e outros formadores de tendências e opiniões – que se manifestem pela riqueza espiritual, social e econômica que derivam de nossa diversidade cultural. Neste Dia, e durante toda nossa vida, tomemos medidas – em grande e pequena escala, com nossas famílias e amigos, velhos ou novos – que fortaleçam os laços, aprofundem nosso entendimento do valor da diversidade cultural e nos ajudem a viver melhor juntos.

Fonte: http://unicrio.org.br/dia-mundial-para-a-diversidade-cultural-e-para-o-dialogo-e-o-desenvolvimento-21-de-maio-de-2011/. Acessado em 21 de maio de 2011

terça-feira, 17 de maio de 2011

18 de maio- Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes.

Fonte: Banco de Imagens

CONTEXTUALIZAÇÃO DA VIOLÊNCIA SEXUAL NO BRASIL – Desafios para o seu enfrentamento

Elaborado por Graça Gadelha

A DIFÍCIL CONSTRUÇÃO DOS
CONCEITOS DE
:

 Infância
 Sexualidade
 Violência

SEXUALIDADE

"Deve ser entendida como fruto de uma construção social. Uma categoria contraditória por conviver, historicamente, com práticas de repressão sexual (poder de dominação/ controle social) e emancipação (o direito a exercer a sexualidade na diferença {gênero, raça, etnia, orientação sexual}), na diversidade, respeitando as identidades e a autodeterminação".
(Chauí, 1998)

 A sexualidade é construída, ao longo de toda a vida, de muitos modos, por todos os sujeitos.

VIOLÊNCIA

 Relação de dominação e força imposta historicamente através de um poder desigual entre adultos e crianças, homens e mulheres, raças, etnias e classes sociais.

 Diferença de poder determinada por fatores multidimensionais como a pobreza, a desigualdade social e a diversidade cultural que explicitam o fenômeno no Brasil.

 A categoria violência na sociedade brasileira é considerada o elemento explicativo das situações em que crianças e adolescentes são vitimizados sexualmente (poder – força) seja pelo abuso ou pela exploração sexual.

 Adultos são “autorizados” socialmente a exercerem o poder sobre a criança (cultura machista e adultocêntrica).

Neste cenário, a violência sexual torna-se um fenômeno complexo e de difícil enfrentamento por estar inserida em um contexto histórico social que “justifica” o fato de ser um fenômeno que atinge mais:

crianças e adolescentes - GERAÇÃO
mulheres - GÊNERO
afro descendentes - RAÇA/ETNIA
pobres - CLASSE


 A resposta da sociedade a esses grupos se dá pela estigmatização e exclusão – conflito diversidade x diferença.

CRIANÇAS E ADOLESCENTES
novos paradigmas

 Princípio da Proteção Integral e da Prioridade Absoluta
 o interesse superior da criança e do adolescente
 a sua condição peculiar de pessoa em desenvolvimento
 o reconhecimento de que são sujeitos de direitos e de desejos

DESAFIOS PARA O ENFRENTAMENTO DO FENÔMENO
NO BRASIL

 Dimensão territorial
 Densidade demográfica
 Pobreza e exclusão social
 Diversidade cultural, econômica e social

DIVERSIDADE CULTURAL

 Gênero, Raça e Etnia são conceitos socialmente construídos.
 Mulher, negro, índio, criança são categorias historicamente estigmatizadas, desqualificadas (cultura da submissão/subalternidade).
 A discriminação baseada em gênero é uma razão contundente para explicar por que mulheres e meninas constituem a maioria das pessoas abusadas ou exploradas sexualmente
 Impacto da globalização
 fascínio do consumo/ avanços tecnológicos

ENFRENTAMENTO DO FENÔMENO
Papel do Estado, Família e Sociedade

 Combater a violência sexual de crianças e adolescentes, em suas diferentes
modalidades, é uma tarefa e responsabilidade de todos.
 É imprescindível a construção de uma sólida integração entre os governos, as organizações internacionais e todos os setores sociais para o enfrentamento desse grave fenômeno no Brasil

Crianças e Adolescentes
DESAFIOS


 Compatibilizar os distintos paradigmas - ECA e
Código Penal:
- Crianças e Adolescentes são sujeitos em desenvolvimento e objetos da proteção integral (teoria dos direitos humanos universais)
- Os crimes sexuais são considerados crimes contra os costumes e não contra a pessoa ( base na teoria penal brasileira)

Revisar outras lacunas no marco legal

- crimes sexuais na internet
- tipificação turismo sexual
- regulamentação do §4º., art. 227, da CF
- posse e aquisição de material pornográfico
- regulação de entrada e saída de crianças e
adolescentes para outros Estados

Efetiva operacionalização dos Planos Nacionais nos Estados e Municípios

 Plano Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual
Infanto-juvenil
 Plano Nacional de Promoção, Proteção e Defesa do Direito de Crianças e Adolescentes à Convivência Familiar e Comunitária
 Plano Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas

Implementação de Políticas Públicas

- Unificação da base de dados sobre violência sexual
- Maior investimento na formação e capacitação dos agentes públicos
- Valorização e reconhecimento do papel e atribuições dos Conselhos de Direito e Tutelares
- Melhor estrutura dos hospitais públicos para atenção especializada às vítimas e adequada notificação dos casos - Especial atenção ao trabalho das escolas (preparação dos professores/ trabalho de prevenção e notificação)
- Equipamentação dos IML´s, incluindo qualificação das equipes, para atendimento humanizado às vítimas - Criação de Delegacias e Varas Especializadas
- Criação e/ou fortalecimento das retaguardas de tendimento/acolhimento
- Desenvolvimento de campanhas preventivas sobre o tema

Fonte:http://www.redeamigadacrianca.org.br/documentos/contextualizacao_violencia_sexual_no_brasil.pdf. Acessado em 17/05/2011


Reconhecendo o abuso sexual infanto-juvenil

Segundo psiquiatras:
De acordo com a American Medican Association (AMA) foi estabelecido um guia específico para os profissionais de saúde entrevistarem uma criança com suspeita de abuso sexual :


QUADRO 1
FAÇA
1. Conduza a entrevista em particular.
2. Tente estabelecer um relacionamento empático e de confiança.
3. Em caso de abuso sexual e físico grave, faça com que a criança seja entrevistada pelo profissional mais experiente disponível.
4. Explique o propóito da entrevista em liguagem apropriada ao nível de desenvolvimento da criança.
5. Pergunte se a criança tem alguma dúvida e responda.
6. Cuidadosamente explique à criança a razão e a natureza de removê-la de sua casa, se a hospitalização for iminente.
7. Utilize os termos próprios da criança.
8. Reconheça que a situação deve Ter sido difícil para a criança e que não foi culpa dela.
9. Sente-se próximo à criança, não em frente a uma mesa ou escrivaninha.
10. Sente-se ao nível dos olhos da criança.
11. Faça perguntas diretas e sem julgamento.


NÃO FAÇA
1. Sugerir resposta à criança
2. Pressionar a criança para respostas que ela não seja capaz de dar.
3. Criticar a escolha das palavras pela criança.
4. Sugerir que a criança deva sentir-se envergonhada ou culpada pela situação.
5. Deixar a criança sem atenção ou co pessoas desconhecidas.
6. Demonstrar choque ou horror em relação à criança ou à situação.
7. Fazer qualquer promessa que não possa ser cumprida (por exemplo: tudo que você me disser será confidencial; ou você nunca mais será machucada novamente ).

ATENÇÃO: OS EDUCADORES DEVEM FICAR ATENTOS, MAS, SOMENTE O PROFISSIONAL DE SAÚDE ESTÁ QUALIFICADO PRA ENTREVISTAR A CRIANÇA OU ADOLESCENTE.

RECONHECENDO O ABUSO:

SINAIS E SINTOMAS

Varios sintomas comportamentais, psiquiátricos e físicos aparecem na criança sexualmente abusada.
Indicadores comportamentais da idade pré-escolar

- Choro excessivo sem razão aparente;
- Irritabilidade ou agitação extrema na criança;
- Fracasso no desenvolvimento;
- Regressão a etapas do desenvolvimento anteriormente já ultrapassados como: enurese, encoprese, chupar o dedo, falar como bebê;
- Presença de medo como: medo do escuro, de ir para cama, ser deixado com certas pessoas;
- Brincadeira repetitiva de sexo com bonecas, brinquedos, animais, com outras pessoas ou sozinha. Essa brincadeira geralmente tende a ser bastante específica, pois a criança simula o que aconteceu com ela. Este tipo de brincadeira ultrapassa os limites da exploração sexual normal para a sua idade;
- Masturbação excessiva, chegando ao grau de irritar os órgãos genitais ou comportamento repetitivo, incessante, em público;
- Distúrbios do sono, incluindo pesadelos, recusa de ir para cama, de dormir no quarto;
- Apego excessivo e particularmente a certos adultos;
- Retraimento de situações sociais;
- Mudança nos hábitos alimentares, tanto aumento como diminuição do apetite;
- Conhecimento explícito de atos sexuais, acima do nível de desenvolvimento normal para a idade.

Indicadores comportamentais da criança sexualmente abusada na idade escolar

- Problemas escolares, incluindo fobia da escola ( podem indicar vitimização por empregados relacionados à escola), ausências freqüentes, medo de ir para a casa após a escola, mudança na performance acadêmica;
- Temas de violência em trabalhos artísticos ou escolares;
- Retraimento social;
- Desenvolvimento de amizades inadequadas à idade, especialmente no caso de crianças menores, que possam ser controladas;
- Imagem distorcida do corpo e problemas relacionados, tais como medo de tomar banho com outros após ginástica, medo de outros verem-na despida e usar várias camadas de roupas para esconder o corpo;
- Conhecimento sexual avançado para a idade;
- Excessiva mudança de humor;
- Expressões impróprias de raiva ou tentativa de suicídio;
- Início súbito de enurese;
- Distúrbios de alimentação, incluindo bulimia, anorexia e polifagia compulsiva;
- Comportamento sexual explícito para com os adultos, tentando agradar, flertando e fazendo propostas sexuais ( como se fosse a maneira que a criança aprendeu para lidar com os adultos );
- Simulação de atividade sexual sofisticada com crianças menores.

Indicadores comportamentais da criança sexualmente abusada na idade adolescente.

- Constante ausência de confiança;
- Relacionamento pobre com semelhantes;
- Baixa auto-estima;
- História de fuga;
- Distúrbio do sono, incluindo pesadelos, sono excessivo;
- Problemas escolares, incluindo mudanças na performance acadêmica e ausência excessiva;
- Retraimento e isolamento de amigos e semelhantes;
- Abuso de álcool ou drogas;
- Automutilação, incluindo tatuagem, corte e queimaduras casuais do corpo (geralmente para aliviar a dor ou pressão interior);
- Contatos sexuais múltiplos, "má" reputação ou agir de forma sexual indiscriminada;
- Depressão clínica, necessitando de intervenção médica, medicamentos ou outros tratamentos;
- História de tentativa de suicídio.

Indicadores familiares de abuso sexual infantil

- Isolamento geográfico social. A família tende a voltar-se a si mesma, morando em uma área remota ou severamente limitada em suas interações sociais, isto protege o segredo do abuso;
- Extrema desconfiança de estranhos;
- Modelo de comunicação disfuncional, incluindo segredos, comunicação indireta;
- Desequilíbrio do poder dos pais, com o pai sendo, geralmente, autoritário;
- Reversão de funções, com uma forte necessidade de dependência parental, a criança é forçada a cuidar das necessidades dos adultos;
- Dependência química;
- Outras formas de violência no relacionamento, incluindo abuso do cônjuge, abuso físico da criança e negligência;
- Problemas conjugais, incluindo disfunção sexual;
- Incidentes anteriores de abuso sexual.

Sintomas Psiquiátricos (que apenas um médico pode diagnosticar).



QUADRO 2
Manifestações de somatização em crianças sexualmente abusada
1. Cefaléia
2. Distúrbios do sono.
3. Distúrbios do apetite.
4. Distúrbios gastrointestinais
-----síndrome do cólon irritável
-----cólon espástico
-----náuseas e vômitos
5. Manifestações ginecológicas
-----dor pélvica crônica
-----dispareunia
-----vaginismo
-----dismenorréia
6. Asma.
7. Palpitações.
8. Tensão muscular
9. Desmaios, fadiga e síncope.

Fonte: http://cacauarte.blogspot.com/2009/11/reconhecendo-o-abuso-sexual-infanto.html

É chegado o momento...

Fonte: Banco de Imagens

Por Blog Pedagogiando

Sobre a escola inclusiva há ainda muita polêmica sendo criada, discussões sobre esse paradigma ocorrem a todos os locais e a todo instante, porque para muitos a inclusão é somente para que os alunos deficientes frequentem as classes do ensino regular.

No entanto, somos todos diferentes, ser diferente é característico da condição humana, pois sentimos, pensamos e agimos de diferentes maneiras e magnitudes porque vemos e compreendemos o mundo diferentemente. Isto pressupõe que a escola inclusiva deve não somente aceitar a inclusão, mas deve também o respeito e a valorização dos diferentes saberes dos alunos e de suas diferenças.

Valorizada a diversidade a mágica será observar e acompanhar com curiosidade e encantamento a capacidade de cada um aprender no seu tempo, de diferentes maneiras, acolhendo, compartilhando, cuidando.

A diversidade humana em sua totalidade e, mais especificamente a deficiência, podem, e devem, se estabelecer em prol de um mundo melhor, onde o respeito às diferenças, o amor, a ética prevaleçam.

É chegado o momento da escola brasileira deixar de reproduzir a sociedade excludente em que sempre vivemos e sem distinção receber a todos que a procuram. É chegado o momento de assumirmos o compromisso de formar alunos com conhecimentos, mas acima de tudo cidadãos solidários, flexíveis,sensíveis, éticos.

Enquanto educadores, precisamos nos conscientizar de que talvez a raiz desta diversidade esteja localizada na própria conjuntura escolar excludente e nos falsos valores cultivados.

As limitações devem ser a alavanca para o enfrentamento dos ensinamentos e desafios que surgirão ao longo da vida de cada aluno e como educadores temos que nos desnudar dos medos e preconceitos, de nossa insegurança e nos conscientizarmos que é na diversidade que reside a riqueza das trocas que a escola propicia.

domingo, 15 de maio de 2011

Vale a pena conferir



Fonte: www.youtube.com.br

Palavras de Paulo Freire

Fonte: Banco de Imagens

O fato de me perceber no mundo, com o mundo e com os outros me põe numa posição em face do mundo que não é de quem nada tem a ver com ele. Afinal, minha presença no mundo não é de quem a ele se adapta, mas a de quem nele se insere. É a posição de quem luta para não ser apenas objeto, mas sujeito também da História”. (Paulo Freire)

A participação da família e da escola na educação da criança.

A família e a escola formam uma equipe. É fundamental que ambas sigam os mesmos princípios e critérios, bem como a mesma direção em relação aos objetivos que desejam atingir.
Ressalta-se que mesmo tendo objetivos em comum, cada uma deve fazer sua parte para que atinja o caminho do sucesso, que visa conduzir crianças e jovens a um futuro melhor.
O ideal é que família e escola tracem as mesmas metas de forma simultânea, propiciando ao aluno uma segurança na aprendizagem de forma que venha criar cidadãos críticos capazes de enfrentar a complexidade de situações que surgem na sociedade.
Existem diversas contribuições que tanto a família quanto a escola podem oferecer, propiciando o desenvolvimento pleno respectivamente dos seus filhos e dos seus alunos. Alguns critérios devem ser considerados como prioridade para ambas as partes. Como sugestões seguem abaixo alguns deles:

Família

• Selecionar a escola baseado em critérios que lhe garanta a confiança da forma como a escola procede diante de situações importantes;
• Dialogar com o filho o conteúdo que está vivenciando na escola;
• Cumprir as regras estabelecidas pela escola de forma consciente e espontânea;
• Deixar o filho a resolver por si só determinados problemas que venham a surgir no ambiente escolar, em especial na questão de socialização;
• Valorizar o contato com a escola, principalmente nas reuniões e entrega de resultados, podendo se informar das dificuldades apresentadas pelo seu filho, bem como seu desempenho.

Escola


• Cumprir a proposta pedagógica apresentada para os pais, sendo coerente nos procedimentos e atitudes do dia-a-dia;
• Propiciar ao aluno liberdade para manifestar-se na comunidade escolar, de forma que seja considerado como elemento principal do processo educativo;
• Receber os pais com prazer, marcando reuniões periódicas, esclarecendo o desempenho do aluno e principalmente exercendo o papel de orientadora mediante as possíveis situações que possam vir a necessitar de ajuda;
• Abrir as portas da escola para os pais, fazendo com que eles se sintam à vontade para participar de atividades culturais, esportivas, entre outras que a escola oferecer, aproximando o contato entre família-escola;
• É de extrema importância que a escola mantenha professores e recursos atualizados, propiciando uma boa administração de forma que ofereça um ensino de qualidade para seus alunos.

A parceria da família com a escola sempre será fundamental para o sucesso da educação de todo indivíduo. Portanto, pais e educadores necessitam ser grandes e fiéis companheiros nessa nobre caminhada da formação educacional do ser humano.

Por Elen Campos Caiado
Graduada em Fonoaudiologia e Pedagogia
Equipe Brasil Escola